sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Eu não precisava de chorar, para mostrar a minha dor, para demonstrar que estou triste.
Mas apetece-me gritar, gritar para todo o mundo o quanto estou triste, dizer a toda a gente que esta dor me vai destruir. Não precisava chorar, mas estou mesmo muito triste. Sinto a tua falta e ainda agora partiste.
Ainda nem deixei de te ver e já estou a morrer de saudade. Apetece-me chorar porque nem tempo tive de me despedir.
Foste tão rápida na despedida, não me deixaste habituar, não me deixaste esperar para me preparar para esta dor.
A dor de te ver partir da minha vida, a saudade ainda recente de te ter aqui. E agora como me vou acostumar, quem ponho no teu lugar.
Partiste quando na minha vida devias ficar. Sei que aparento ser muito forte mas o meu coração é muito frágil e por ti vai chorar eternamente.
O mundo me julga muito fria mas desconhece por completo o calor dos meus sentimentos.
Os sentimentos que guardo só para mim, no lugar onde também guardo as pessoas que mais amo.
Sei que por causa do meu silêncio todos desconhecem que sei chorar, quero muitas vezes, mesmo sem ninguém notar.
Do mesmo modo que sei escutar e que sei amar, só não preciso de gritar.
A dor invadiu o meu coração, agora ferido com a desilusão de nunca mais te poder ver.
Não quero imaginar como amanhã vai ser quando descobrir que não mais te vou ver.
Eu podia não chorar, mas as lágrimas não consigo segurar.
Eu podia não gritar, mas a revolta não consigo calar.
Eu podia não demonstrar a tristeza, mas já não consigo mostrar frieza.
Por isso vou chorar e assim lava a dor que está na minha alma. Vou gritar para assim dizer tudo o que me revolta e vou demonstrar a minha tristeza na esperança de encontrar quem me console.
A dor está aqui dentro mas vai ter que sair.
Fez precisamente o contrário, o contrário de tudo o que sempre lhe ensinaram.
Ela era mesmo assim aprendera a viver sempre no contra, a desejar ser sempre diferente, a recusar tudo o que estava determinado nas normas da sociedade....
Ela recusa ser doce, afirmando que o azedo da sua personalidade a fazia ser mais forte, nenhum vento a derrubaria, não desejava os sonhos por eles iludiam a sua alma criando-lhe falsa ilusões, vivi na contra sociedade por temer ser mais uma entre muitas pessoas em quem ninguém reparava...
Por isso naquele instante ela fez precisamente o contrário daquilo que eu lhe pedira....viajou para o futuro, não quis viver o meu presente, recusou-se a ficar comigo, contrariando o meu pedido...era mesmo ela não restavam dúvidas
Ela era mesmo assim aprendera a viver sempre no contra, a desejar ser sempre diferente, a recusar tudo o que estava determinado nas normas da sociedade....
Ela recusa ser doce, afirmando que o azedo da sua personalidade a fazia ser mais forte, nenhum vento a derrubaria, não desejava os sonhos por eles iludiam a sua alma criando-lhe falsa ilusões, vivi na contra sociedade por temer ser mais uma entre muitas pessoas em quem ninguém reparava...
Por isso naquele instante ela fez precisamente o contrário daquilo que eu lhe pedira....viajou para o futuro, não quis viver o meu presente, recusou-se a ficar comigo, contrariando o meu pedido...era mesmo ela não restavam dúvidas
Eu não sei. Não quero sabe de nada. Já nada me importa mais.
Quero esquecer tudo o o que sei, tudo o que vivi.
Embalar as minhas recordações numa caixa com uma fita vermelha.
Envia-las para bem longe, onde meu coração não consiga mais vê-las.
Apagar da minha memória as tuas lembranças, as poucas que ainda me restavam, depois da madrugada em que partiste e na solidão me deixaste.
Quero esquecer quem um dia fomos e o que um dia seremos.
Já não percebemos um ao outro. Se calhar nunca pertencemos.
O meu coração está ferido, mas o esquecimento a que o obriguei vai sarar essa ferida.
Não quero lembrar, nem saber de mais nada que tenha a ver contigo.
Hoje decidi que definitivamente que te apaguei da minha vida, não adianta que passes todos os dias à minha porta, o meu cérebro nunca mais te vai reconhecer, a minha memória já te esqueceu.
Do passado já nada me importa, já passou não será recordado, porque eu assim quero.
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