já não tenho medo de sofrer, pois já obriguei o meu coração a passar por muito sofrimento. Já o privei de viver muitos sentimentos, já o iludi com muitos sonhos que depois não realizei. Meu pobre coração já sofreu mais do que devia.
não guardei as melhores fotos, da nossa paixão, mas embrulhei os melhores sonhos, aqueles que um dia prometi a ti e ao meu coração que ia realizar. Mas como sempre não os deixei realizarem-se.
sempre o medo de sofrer, sempre o medo de algo que não sei explicar bem o que será.
sempre a minha indecisão na hora de me decidir, sempre o receio de me magoar.
Adiar decisões passou a ser a minha opção.
refugiar-me na doçura da poesia, que escrevia todos os dias, fazendo brilhar uma paixão que eu não vivia, passou a ser o meu dia-a-dia.
assim, podia contemplar as estrelas e sonhar que viajávamos os dois numa delas. Podia imaginar como seria belo ver uma noite de luar ao teu lado. Sei lá quantas mais coisas eu podia imaginar viver contigo, e passa-las facilmente para a minha poesia, continuando assim a iludir os meu coração.
sempre a minha indecisão na hora de me decidir, sempre o receio de me magoar.
Adiar decisões passou a ser a minha opção.
refugiar-me na doçura da poesia, que escrevia todos os dias, fazendo brilhar uma paixão que eu não vivia, passou a ser o meu dia-a-dia.
assim, podia contemplar as estrelas e sonhar que viajávamos os dois numa delas. Podia imaginar como seria belo ver uma noite de luar ao teu lado. Sei lá quantas mais coisas eu podia imaginar viver contigo, e passa-las facilmente para a minha poesia, continuando assim a iludir os meu coração.
que forma doce de lutar contra o medo que sentia, de fingir que não andava desanimada.
que elegante de acreditar na eternidade da nossa história, que na realidade já nem existia.
que estúpida de me enganar, de evitar o confronto directo contra o medo por temer ser derrotada.
para quando a mudança, a renovação do meu ser, o desejo de viver melhor ?
quando iria descobrir que posso e devo colorir o mundo com as cores de que mais gosto e que só dessa maneira poderei crescer e deixar de ter medo.
sim porque o problema estava ai....eu teimava em não crescer, as minhas emoções tinham parado na adolescência, quando o nosso amor terminou e quando eu não quis perceber isso.
agora eu tinha que fazer a viagem de retorno, volta lá atrás ao tempo em que tudo acabou, limpar os vestígios de um amor mal resolvido e renascer de entre as cinzas, tal como o fénix faz.
vou levar a esperança e a determinação comigo para travar esta batalha, da qual sairei a sorrir.
o medo continua a pedir-me para ser cautelosa, só que eu tenho que ser destemida e fazer-lhe frente. Tenho que ser corajosa e lutar pelo que quero. Já fui demasiado cautelosa agora tenho que ser audaciosa.
que elegante de acreditar na eternidade da nossa história, que na realidade já nem existia.
que estúpida de me enganar, de evitar o confronto directo contra o medo por temer ser derrotada.
para quando a mudança, a renovação do meu ser, o desejo de viver melhor ?
quando iria descobrir que posso e devo colorir o mundo com as cores de que mais gosto e que só dessa maneira poderei crescer e deixar de ter medo.
sim porque o problema estava ai....eu teimava em não crescer, as minhas emoções tinham parado na adolescência, quando o nosso amor terminou e quando eu não quis perceber isso.
agora eu tinha que fazer a viagem de retorno, volta lá atrás ao tempo em que tudo acabou, limpar os vestígios de um amor mal resolvido e renascer de entre as cinzas, tal como o fénix faz.
vou levar a esperança e a determinação comigo para travar esta batalha, da qual sairei a sorrir.
o medo continua a pedir-me para ser cautelosa, só que eu tenho que ser destemida e fazer-lhe frente. Tenho que ser corajosa e lutar pelo que quero. Já fui demasiado cautelosa agora tenho que ser audaciosa.
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